História

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  • Convenção Batista Nacional

Em 1907, as igrejas Cristãs passram a se agrupar nas chamadas convenções, com o objetivo de gerir causas comuns. Este trabalho ampliou-se, buscando a cooperação entre as igrejas. Foi organizada, então, a CBB (Convenção Batista Brasileira) no dia 22 de Junho daquele mesmo ano. (ver história da igreja Batista)

RENOVAÇÃO ESPIRITUAL

Renovação Espiritual nasceu no coração de D. Rosalee Mills Appleby, de José Rêgo do Nascimento e de Enéas Tognini. Depois, o fogo, na misericórdia de Deus, se alastrou para outras vidas, para outras igrejas e para outras denominações.

Renovação Espiritual, como a palavra bem o expressa, é aproveitar o que existe. José Rego do Nascimento gritou muitas vezes "Renovação Espirirual é uma mensagem bíblica no poder do Espírito para sacudir as igrejas que existem, mas que dormem embaladas pelo comodismo e pela unatividade." Quando esta mensagem começou a entrar nas igrejas históricas, correspondia exatamente ao anseio do nosso povo. Era resposta divina de orações que os servos do Senhor fizeram de joelhos, ou com o rosto em terra e com lágrimas. Igrejas se dispertaram e começaram a viver no poder do Espírito e a experimentarem vitórias retumbantes no Senhor. E o Reino cresceu. Mas neste momento o inimigo furioso, quis destruir. Conseguiu dividir a unidade batista e o mesmo aconteceu com outras denominações históricas.

Após muitos acontecimentos, oficialmente, em janeiro de 1965, na cidade de Niterói, a Convenção Batista Brasileira excluiu cerca de 32 igrejas de seu rol. No ano seguinte o número de igrejas desarroladas chegou a 52.

CRIAÇÃO DA AME E SURGIMENTO DA CBN

A primeira pessoa a pensar na importância de redirecionar estas 52 igrejas recém desligadas da CBB, foi Ilton Quadros, na época, pastor da Igreja Batista do Barreiro, em Belo Horizonte (MG), que conversando com Pr. Artur Freire (Vitória da Conquista - BA), viram que não era bom erguer a bandeira de uma nova convenção, devido aos acontecimentos, então, sugeriram a criação de uma Ação Missionária.

Em Janeiro de 1966, organizou-se, a Ação Missionária Evangélica, cuja a sigla era AME. No início houveram confusões, pois um grupo pensava em uma AME batista e outro em uma AME para todos os evangélicos renovados. Esta hetegeneidade trouxe um certo desassossego, mas foram dias de grandes bênçãos. Houveram muitos Encontros de Renovação Espiritual e a obra do Espírito Santo se fez, produzindo plantas que ainda hoje frutificam para a glória de Deus.

Era necessário organizar o trabalho, reestruturá-lo e unificá-lo, e somente uma convenção ofereceria balisas seguras para o prosseguimento da obra avivada e nos moldes democráticos que caracterizam as igrejas batistas. Então, em Julho de 1967 os Estatutos da AME foram reformados. As Igrejas não batistas se desligaram da AME e cada qual se organizou de acordo com suas características históricas.

Em 16 de setembro de 1967 a AME passou a se chamar Convenção Batista Nacional, por ocasião da primeira Assembléia Geral, realizada na Igreja Batista da Lagoinha em Belo Horizonte (MG), com a presença de 43 mensageiros, representantes de 19 igrejas.

Logo após a organização oficial, a CBN fez constar de seu estatuto um importante artigo, em meio à série de outros que a regulamentam e direcionam os trabalhos e toda a filosofia religiosa desta instituição. É ele o primeiro artigo do estatuto. O que discorre sobre o caráter associativista da instituição enquanto órgão que “congrega igrejas que pugnam por uma genuína renovação espiritual, crentes no batismo do Espírito Santo e nos dons espirituais, como realidades para a Igreja de Cristo presente no mundo”.

Este foi o início de um trabalho árduo que já completou 35 anos, e que os Batistas nacionais podem celebrar e engrandecer a Deus pelas grandes obras realizadas. Como bem disse Paulo: “em tudo, já somos mais que vencedores”.
Certamente, a infalível confiança de que Deus está no comando desta Obra será sempre o indicativo para novas e audaciosas conquistas pautadas pelo discernimento e pela aceitação de desafios.

Para saber mais sobre a Convenção Batista nacional, leia:

  • "História dos Batistas Nacionais", Pr. Enéas Tognini;

  • "Colunas da Renovação", Pr. João dos Santos Xavier;

  • "Para que Sejamos Um", Pr. João dos Santos Xavier;

  • "Calvário e Pentecoste", Pr. José Rego do Nascimento;

  • www.cbn.org.br

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